Quantas marcas terei de ti ó, solidão?
Tão rebeldes, calculistas, enganadoras...
Massacrando... espremendo meu coração
Deixando-o inerte, com lembranças sonhadoras!



Bem que podias me deixar, agora!
Não tenho forças, nenhuma reação
nem um minuto, nem uma hora
Para tentar me desvencilhar de ti, e ir me embora.



Quase tudo que amei, sei que perdi.
Ao te aproximares, sorrateiramente...
Tragando meus suspiros angustiados
E me deixando viver... como demente!



Quem sabe me adormecesses em teu vazio colo,
e em homenagem aos meus amores, Solidão???
um dia, como flores, me acordarias...
...Muitas, MUITAS... flores
Totalmente germinadas, no solo do meu coração!



20/12/08

 

 

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