A saudade dedilha minhas lembranças, docemente.
E as olha com olhar de... Como vai?
E  as lembranças  cerrando os olhos, lentamente,
Suspiram e, juntas,  respondem somente:... ai.

Meu peito se infla de amarguras.
Em recônditos lugares, escondidas,
Talvez, camufladas  pelo sentimento.
Que  surge e acorda... uma ternura antiga!

E escancaro a dor da ausência que mitiga
Cobrindo a esperança que nem se sabe mais se tem
Este meu coração que sofre  e que precisa
Só mais um pouco... um pouco mais
De uma... Ternura antiga!


28/11/2008.

 

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