Ao fundo de nós, deveria haver árvores multicolores, grandes

 

e pequenas e em arbustos, com os galhos rastejantes...


Também...deveria haver flores, simples mas elegantes.
 


Em meio a nós que sentíssemos o fluir da água pura e cristalina da vida,

 

a nos revigorar como o sangue que nos percorre as veias,

 

sem que nada viesse a obstruir este caminho.


Margeando-nos, eu sonhei relva densa, mas com leveza,

 

puro realce da beleza, compactando esta natureza do eu de dentro e do eu de fora.



O trinar dos pássaros como sinfonia em solfejos da alegria que conforta,

 

não haveria de falta... ao cerrar dos olhos...


Nem ao abrir das portas internas de nós.


Como se fôramos aureolados por uma luz de que ninguém duvida...


Não natureza morta!


Ave, Natureza Viva!



16/03/09

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