Ah! como eu queria poder voar...
De braços bem abertos e libertos!
e sem nuvens no olhar.
Queria deixar no espaço, em qualquer lugar,
esta solidão que se apossou de mim, me impedindo de sonhar.

Ah!... minha alma de poeta precisa
achar inspiração.
Meu coração não quer mais ficar no peito,
calaram-lhe as batidas tão sem pena e dó
Feriram-no e deixaram-no novamente e totalmente ...só!

Ah! ...solidão...por que não te transfiguras e não deixas de
lado tantas amarguras?
Por que sorris tanto da minha dor?
Não te queria mais e, disso bem sabes.
Mas...malogrado amor que se foi
me deixando sem teto, sem nau,
sem rumo.
Levando-me o coração
e deixando-me, novamente, tanto desamor.
E esta solidão fria e nostálgica
A retirar-me a vida,
lentamente...
Envolvendo-me em suas entranhas,
docemente...
calmamente... e...
estranhamente... só!

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