Não importa a hora da partida, nem se foi
em diferente hora.
Para o meu coração tu não partiste,
e nem sequer, te foste embora!

Às vezes um eco retumba na penumbra
do infinito.
E fico a pensar, silente, taciturna...
sentindo, em não saber, a amargura
Por não reconhecer naquele, o teu riso mais bonito.

Foi um silencioso adeus
Sentimento insondado, inacreditável, ainda
que se traduz, apenas
no borbulhar dos olhos meus e nesta tristeza infinda.

Como ave migraste para outras paragens
Célere, porém, como anjos e estrelas a luzir
Chegaste onde só chegam aqueles que
silenciosamente partem.
Certos de que jamais se irão
Certos de que sempre ficarão
Aqui!

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Belo Horizonte, 31/07/2009

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