Luiz Poeta - Luiz Gilberto de Barros
Às 15 h e 8 min do dia 30 de junho de 2009 do Rio de Janeiro.

 


Eu sinto muito não sentir o que tu sentes,
os sentimentos são desejos abstratos;
a forma é viva, mas a essência dos retratos
sempre registra sentimentos inocentes.
 

Eu sinto muito não amar como tu amas;
em cada chama a energia se propaga.
Se tu te feres na pureza de uma adaga,
tu te propagas no teu grito que reclama.
 

Eu sinto muito não sentir teu sentimento,
folhas no vento mostram a fragilidade
do galho seco, mas se a planta se renova,
 

a poesia também mostra que o momento
nem sempre é feito de tristeza onde a saudade
invade a dor, quando o amor não mais a prova.

 

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