Marcas do vivo amor que nos consome,
viva paixão em nossos ardentes corpos,
boca em tua boca nascente como o sol ...
quero morrer em ti de sede imensa,
no inviolável espaço de nós dois,
nos limites do diáfano encontro do depois ...

Reentrâncias preenchidas de desejo,
em espaços abertos, repletos de sentidos
e desejos impuros, notas aos ouvidos,
travessias reentrantes entrelaçam-se,
no turbilhão de tu'alma abrindo-se em mim,
perscrutando o amor pincelado em carmesim.

Indeléveis lábios teus repletos dos desejos
todos, idênticos aos meus, engolindo
horizontes de chamas ardentes, marcados
nos meus, pelos desejos pedaços de mim,
deslizando em corpo teu, o que em essência
sinto, vulcão em erupção de delírios sem fim

O que sinto por ti o corpo meu acena,
inebriando-me os sentidos, procuro em
tuas mãos, carícias que tatuem-me com
odores , calores e mistérios d'alma fêmea,
habitante nas invisíveis genéticas marcas,
tu'alma em mim deita-se em poesia amena .

Amor, reflexo, sempre, do outro,
acenando a transcendentalidade.


=================


Clique Aqui e Envie
Para Seus Amigos




No ar desde 10/02/2008




 


| Home | Menu | Fale Comigo |  Voltar |


 

Página melhor visualizada  em Internet Explorer 4.0 ou Superior: 800 X 600
Copyright© Arte & Poesia - 2008 - Todos os Direitos Reservados

web: www.mis.art.br