Quando chego ao jardim as aves cantam
e as flores aromatizam todo o espaço
o tempo alonga o rio e os peixes dançam
no riso da infância a cada passo.

 

Vejo a flora a crescer por mão divina:
há uma rã que me espreita dum buraco
lendo na minha mão bendita sina:
arquitecto do verso, poeta-mago.

 

O jardim está feito em esquadria:
assim manda a divina mão oculta
para que a vida cumpra a alegria
desse riso infantil que nos exulta...

 

Incita-me à meiguice feminina
em cada mão onde é a mão divina.

 

 

 

 


04.08.2004

 




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