Ah, que saudades eu sinto,
da minha infância querida.
Dos passeios encantados...
Nas tardes que vi dormidas.

Meu olhar acortinado...
A alegria, com cor de céu,
Naquele dia sagrado
Encantei-me com o carrossel.

Enquanto o mundo girava
Galopando, meu corcel,
iam meus sonhos, montados,
Levados no carrossel.

E ele não parava...
Naquele descer e subir
Quantos sonhos carregava?
Quantos estavam por vir?

Mas o tempo não perdoa,
Dói e arde, como fel
Esta lembrança que ecoa...
Saudades do Carrossel!

Ah, que saudade e esta ânsia
Quando vejo o carrossel
O meu ficou na infância,
Com doces e balas de mel...

E esta lembrança fiel
Mostra-me a realidade:
Eu amo o carrossel
Que mora na minha saudade!

*

Interpretação: Astir*Carr

 

 




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