Da cumadi Cida Minera...

Tô num aperreio feio
com este programa de imêio
Que a Terê me arrumô
Fui lá, cumade
fiz tudo direitim
E ele...nem tchum prá mim
Ainda me disfeitiô
Onde já se viu istu, minha santa
priguntoô tudo que quis
e eu arrespondi
Só que Jesus...me acode
Quando falei dos anus...num pode
Ele num deu de intendê.
Fiquei feliz dimais da conta
pois ele, feis, feis as conta
e num acreditô
Ai, eu falei mentira
Tirei dez, pus mais vinte
Ajeitei a cara pra ele me vê
E ele...nada de intendê.
Fiquei brava que nem só,
Bati na tecla delete
E, aí, sim, tudo sumiu
E antes dele me arrespondê
mandei e-mail pra Terê
E ele pra puta que te pariu!

 

Cumadi Cida Minera tentano
comprá o livro amô im verso i prosa...
(por Terê das Bêra Mar)

Cumadi Cida Minera
num aperrêie tanto assim,
isso num hai de prestá,
vai disandá lá pru fim.
I essa num é a intenção,
mai di jeitu ninhum não,
juro inté pur São Joaquim.

Será que tem dessi santo?
Puis é, minha cumadinha,
a sióra veio cum treta,
contano umas mintirinha,
Eu cá inté qui ingulia,
módi que tem serventia,
ma o trem achô que num tinha.

Essi fulano é tretero
vive lá fazeno increnca,
inquanto isso, meu sardo,
lá no banco si dispenca.
Nu cumeço ele corô,
faiz tempo que vermeiô,
e os dindin na vossa penca.

Pára dessi impurro impurro
Puis eu hei de lhe arrancá,
se calhá, pego meu burro,
vô ieu memo ti levá.
Meto os arreio no bruto,
iguar minero matuto,
teu livro vô lhi intregá.

Mai cumadi, pensa bem,
essa prosa tá mar feita,
falá que tem só trintano,
num tem pograma que aceita.
Nem do Nando nem do Gates
módi qui isso é disparates,
preles tudo isso é disfeita.

Num vai lá contá mintira,
inda mai iscandalosa,
põe a mão na consciênça,
conta mintira briósa,
Dessi jeitio eu vô morrê,
sem cunsiguí lhi vendê,
o amô im verso e prosa.

E cada imeio que chega,
seu livrinho dá uns pulo,
gritano: é hoji que eu vô!!
Mai o disaforo eu ingulo.
Fica lá na pratilera,
o disgramado, porquera,
cada dia tá mai fulo.

Inté meu cumpuntadô,
tá fazeno cara feia,
amarra o burro di jeito,
fica macho, mucha oreia.
Sióra sivira cumadi,
sei que é divera a vontadi,
mai o trem lá num enlêia.

O jeito é contá a verdadi,
que pro ano, faiz noventa,
quem achá que é muito, é loco,
que o trampo a sinhora aguenta.
É robusta e sacudida,
inda é minera, Siá Cida,
finge di morta, num isquenta.

O que num podi, num devi,
é o livrinho num comprá,
eu inforco essi pograma,
se assim fô cuntinuá.
Dessi jeito num dá jeito,
eu incontro essi defeito,
ou cu'ele vô disgramá.

Mai muito cá entri nóis,
isso é trote de muié,
módi qui as retratada,
tamém armaro forfé.
Quem tem zóio de galega,
inventô que tava vesga,
baxô nela o lucifé.

Quiria purque quiria,
que a Dani lhi operassi,
fizesse nela uma prástica,
no fotoshop, mudassi.
Mai num teve jeito não,
nem a mando de Lampião,
bobo quem pensa que é faci.

Vontadi bem que sobrô,
módi sussegá o piti,
mai si acertava no zóio,
caía otro trem ali...
Pá dá jeito na tramóia,
só memo se fô a Sabóia,
e óia lá si cunsigui.

Mai vortano à vaca fria...
Sióra dê jeito cumadi,
eu faço quarqué negóço,
troco livro pur cumpadi.
E quarqué das pricisão,
que nóis tem é di montão,
satisfai a necessidadi.

Só num vale imbromação,
nem inrolá o cumpuntadô,
num mi quera mar pur isso
ma arguma a sióra aprontô.
Essi tar PagSeguro
cum ninguém feiz jogo duro
só a sióra o injuriô.

Aguardo essas tar pelega
difici di lhi arrancá,
mai num dianta cortá vorta,
si pricisá vô buscá.
E gradicida cumadi
qui nada disso é verdadi,
mai nói gosta de brincá.


beijins im rear...
si demorá, o próchimo vai im eurossssssssssssss

 

Beirinha entrando na prosa...
(Dani das Bêra Mar)


Eu tenho que entrá na prosa
porque o jogo tá é bruto
duro por aqui só os borso
cum esse trote fajuto...

Coitado do meu Nandinho!
faz é bico tuda hora
modi qui o povo num intendi
do programa do matuto.

Já eu "a pobre minina"
fica a botá panos quenti
que Beira Mar de moderna
só tem a tela na frente.

Mai deixa está que a peleja
num desanima "essa equipis"
nóis prometi mai nóis cumpre
tá virano besti sellirs.

Só farta a parte dôceis
deixa o sonrisar de lado
bota logo a mão nos borso
e incomenda o coitado.

Acho bom andá é logo
num si esqueçam da pressão
que se Beira Mar se enerva
a muié vira um rojão.

Sobe lá pras cunxinxina
num tem cevada que abaxe
mai nem pinga cum limão
vai dá jeito nessa ação.

E nói num pode deixá
as poeta infartá
que vai sê da nossa vida
sem seus cordé a envenená.

É pur essa e pur otras
que a Beirinha tá aqui
venho lá da Encruzilhada
vim fazê minha fezim.

Mai vim pidi di juêio
pá tentá lhis convencê
compra logo esse livrinho
e deixa de tererê.

Faiz a pueta filiz
e a famiagi tamém
viva a Pititica dela
Viva Nandinho e Terê.

Ass: Daninha das Beira Mar (a Beirinha)

 

A vorta da Cumade Cida Minera

Prazê, Dani

Ocê num nega o ditado que diz
Qui fio de peixe peixe é
E se mineiro come queto
Eu num quero nem sabê
Tô informano pro cê
qui quero o livro da Terê.
E ocê mai o seu marido
Feis, mas feis tudo errado
Onde já se viu um programa
daqueis mais má iducado
Acho bom falá procê
que tá cu negócio em dia
Essa coisa dos meus anus
Num foi memo, fantasia
Da veis eu tô memo pensano
Que ele me cumê quiria.
E esse pega num pega
Deu nele um bruta medo
de praticá pedofilia
Pur isso o dessassosego
Com as conta dos meu anu
Pois mais aqui, tira ali
Mai resolveu dá o cano
quando viu que a menina
é fia de Pitangui
Eu por aqui vou ficano
Hoje é dia de rezá
As assombração ispaiá
Vô pô milho no joelho
pro mode o santo iscutá
Corre gente...vem ligeiro
que o livro vai acabá
Chega de enchê linguiça
e chega de cordelá
Tarde...cumade Tere
Tarde... cumadi Dani tumém
Tudo vai dar certinho
Fala gente, fala..amém!.

 

 




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