Lacrei na alma... momentos que não escolhi.
Cobrei do tempo, só o tempo de existir.
Busquei no vento, uma brisa que me dê...
o rumo certo de um caminho prá me perder.
Fiz do presente apenas o instante de retornar.
Não dei o passo, pelo cansaço de tropeçar...
...Mas, como criança, por trás das portas,
você me alcança.
Saudades leves, pesam-me às costas de solidão.
E, ao seu toque - estendo os braços, sinto-lhe a mão
que corpo adentro, me acaricia, o coração.
São descaminhos, estes caminhos por onde vou.
Pois, na demência de uma carência...
Morro de Amor!

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Belo Horizonte/MG

 




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