Quando andares pelos caminhos que não acabam...
E o vento açoitar teu corpo e teu olhar cansado.
Em teus olhos as nuvens cobrirem a luz
e em tua boca a saliva amarga te fizer
perceber e engolir o gosto de fel.
Sentirás o fulgor e a dor da saudade,
sobrevivente única de um passado, com cheiro de flor e cor de carmim...
Não te esqueças de mim!

Quando o passar das estações sulcar tua pele e envelhecer teu sorriso...
Tornar-te lânguido o caminhar e cobrir-te os cabelos do grisalho fulgor do luar...
E sentires, ainda, que de nada podes estar à fim...
Não te esqueças de mim!

Quando teus amados e teus amores forem se indo de ti, ou por mais que te vejas acompanhado, te sentires só...
Quando perceberes que as lembranças, por mais que as queiras, mais se afastam de ti pois tua memória já não acalenta mais, tantas estórias ....
Sentires um vazio no peito...uma saudade sem jeito.
Uma saudade assim...
Como a que eu sinto de ti.

Não, não te esqueças de mim!

17/06/2009

 




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