Alada, corpo em penas,  protegida

Colorida, com nuances de realeza

Aura... a cor apenas, qualquer a escolhida.

Sei, sim, teria o presente da  beleza.

 

Escoltada com simetria e compasso

Pelos ares plainando, sempre além

Inalando a natureza cá do terraço

Sobre as copas das árvores, também.

 

 Alma que canta qual trinar de pássaros

Um canto choro insensível a ávaros

Que se aconchega no torpor de um ninho

E quer voar assim... bem Passarinho.

 

 

 

 

 

 

 




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