A VITÓRIA DO ROUXINOL

Edilson Menezes/Edmen

 

Quando a violência teima em prosperar, é chegada à hora da inteligência despertar.

O perigo ronda as ruas. Os lares não têm segurança e a família se apavora. Os criminosos se entrincheiram nas prisões e fazem destas, seus escritórios, de onde elaboram planos e determinam seus cumprimentos. Policiais corruptos fazem parte da quadrilha e facilitam-lhes a execução dos planos e os honestos pagam com a vida.

Para cobrir a sociedade com o véu da segurança, estes, partem para seus trabalhos sem se darem conta de que ali na esquina, a espreita, pode estar um membro da quadrilha, ainda livre, pronto para obedecer e executar as ordens originadas nos quartéis generais dos próprios presídios.

A nobre e gloriosa instituição de segurança age na calada da noite e as madrugadas transformam-se em curto espaço para o trabalho da inteligência que, sem cessar, prossegue no silêncio de seus passos. Véus se erguem e as máscaras começam a cair. O rosto pálido do corrupto dá-se a conhecer e os planos que seriam elaborados e que fariam parte da peça que rodariam as engrenagens da violência, deixam de trabalhar no crime organizado. A inteligência alia-se a revoada da justiça, enquanto o rouxinol louva a patativa com o seu

canto de vitória.

 

 

 

Créditos:
Tubes: LB & MMdesign
Texto, formatação e arte:
Edilson menezes/Edmen
 
 

 

 




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No ar desde 30/07/2008



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