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Houve um serrar de correntes
como o soltar dos pingentes
atados ao coração.
O breve suspiro do peito,
traduzido, ainda, em ai!
Quando entendi como adeus,
simplesmente o dizer - bye, bye.
É universal o sentimento,
em qualquer língua ou expressão
Os olhos choram estradas
se perdem na imensidão...
O peito de frio e angústia
se contrai e, aos poucos, vai
traduzindo pelo vento,
simplesmente o entender - bye, bye.
E, como nunca, os desvios,
cobrados pela paixão,
Se tornam em desvarios,
rubros de solidão.
Hoje, há um viver, somente,
e que lentamente, se esvai,
Derrama o orvalho nos olhos
plantados como sementes...
Que se desdobram em lamentos
Que sussurrados aos ventos
repetem sempre: Bye, bye!
Bye... bye!
Belo Horizonte
17/05/2009 - 15:54h
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