Quantos sonhos de menina

Numa caixa, pequenina,

Se puseram a sonhar...

Nos rodopios da vida,

nos rodopios que a bailarina

daquela caixinha mágica,

rodopiava, ao dançar.

Caixinha de música...

Guardava tantos segredos,

Papéis de bala, com beijos,

E o olhar, perdido no olhar.

Mas... a vida levou os sonhos,

A menina cresceu e os ecos bisonhos

Daquela música a tocar...

Tagarelam-lhe, o pensar.

Aquela caixinha de música...

É hoje, doce lembrança...

É um eterno recordar.

Há voo de borboleta,

e um cisne branco,

fazendo poses para a menina encantar.

E nesta paisagem bucólica

salta-me às vistas um miguê

miguê de laço de fitas

com delicadas flores bonitas

Onde o olhar descansou

A borboleta voou...

O sonho, por certo, acordou

E... a menina chorou!

 

 




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