Como era bom brincar de casinha,

Toda prosa e sem ninguém.

Cedo, levantava-me da caminha

onde,  acordada, sonhava

Com tudo que o sonho tem.

 

Em vidrinhos aproveitados

Eu fazia mil perfumes,

Com papéis de seda rasgados

Coloria os negrumes.

 

Um enfeitado cogumelo,

Flores ladeando a entrada.

O  dia, o sol coloriu de amarelo, 

Tornando minha casinha encantada .

 

Mas o tempo, este algoz

Que fere minha memória,

Para bem longe me transpôs.

E assim... acaba a história.

 



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