Chora poesia, quando do meu peito,

se irradiam, teus versos...

Versos que vão e não encontram seu

caminho e, em vão, voltam sozinhos...

Chora poesia, quando toca a alma, silente

e cabisbaixa... inconsequente, anestesia... tentando

estancar o que ainda só faz sangrar!

Chora poesia, em qualquer canto

pois perdeste o encanto e o sonho de encantar.

Chora poesia, incompreendida que estás...

a procurar-te, sofridamente, assim.

Volta! aquieta-te, em mim.

Velo-te o sono... e alimento-te na certeza

de que voltarás, um dia...

e brotarás, como flores e canções

nos adormecidos... corações!

 

 

 

 

Homenagem do Clube de Poetas

 

 




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