Darah e seu irmão David

 

 

 

 

Darah, minha criança

com a qual me ponho a sonhar

E nesta minha lembrança

Quero muito te abraçar.

 

Lembro-te, pequenina, ainda

Em teu quarto, juntas brincando

Colocavas-me, na berlinda,

Com mil coisas, perguntando.

 

Agarrada aos teus bichinhos

Tu foste crescendo, menina

E, sonhavas, teus carinhos

Quando vias, uma vitrina.

 

Querias tudo levar,

e, à mim, comprar querias

papai e mamãe, não queriam pagar

E, para mim, tu corrias.

 

E a vovó, sem mais ensejos,

Fitando os teus olhinhos,

Só prá ganhar teu beijos

Assinava os tais chequinhos.

 

Hoje, sonhamos acordadas

com tudo que o sonho tem

Em tuas bolinhas encantadas

Te pergunto: Tudo bem?

 

Comeste, o quê, afinal?

Nem mesmo uma omelete?

Atenta a este sinal...

Vejo-te soltando bolas, de chiclete.

 

E bem de dentro de teu coração

Enquanto sonhas acordada,

Percebo em tua reação

Podes estar... apaixonada!

 

 




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