Sinto-me, tão ausente,

Quem sabe me falte a semente

De uma flor, sem igual?

Enxertarei em meu peito

Farei brotar a nascente

regada a cantos de amor

Com o calor do meu leito

 

Dê-me uma flor?

Existe terra em meu peito,

é só saber plantar, é ter jeito

é não querer magoar...

A mágoa em tempos de outono,

Adentra minha janela,

Faz de meu coração, um ninho

e, ao invés de muito carinho,

Folhas... repletas de espinho.

 

Dê-me uma flor?

Mesmo que chegue sem cor

nenhum perfume, não importa...

Dê-me esta flor...

Que eu a amarei

Mesmo que chegue morta!

 

 

 




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