Ouço o marulho do mar,

o farfalhar do vento,

E a chuva, na vidraça da janela, goteja

como notas de uma canção,  em sussurros.

És meu vício!

 

As flores se curvam procurando a

cadência da brisa que chega morna

aquecendo meu olhar.

E eu me pinto, tatuo a ginga e ensaio  vastas poses .

Há final, e há início...

És meu vício!

 

És resquício de paixão

És volúpia, ilusão...

Estremeço, entro em convulsão.

És meu vício!

Te provo, te bebo, embebedo e

me escorno, me entrego.

Sem princípio,

sem fim,

sem início.

Que feitiço!

 

És Meu Vício!

 

 

 




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