Amor que tem a tranquilidade do riacho

É ao mesmo tempo, um mar bravio

Que toca gentil as margens quentes

ou que da morna areia retorna arredio!

 

Ah! este amor que eu procuro e não acho

Que finge ser, tantas coisas, em tantos momentos,

Este amor, que me abrasa, tal estilhaço,

também fere... E destrói, meus sentimentos!

 

Assim é o amor que trago dentro de mim

Um misto de alegria e de encantamento

Amor que eu desejo nunca tenha fim

Por tudo o que me é puro envolvimento!

 

 Amor que a mim envolve, por dentro e por fora,

Que arremata dores, ou, em cores, se faz sentir.

Que não rompe, qual crisálida, a metamorfose...

Para ganhar os ares, alçar um voo,

Além... muito além, de mim.

 

Amo o céu, a chuva, a vida em total beleza

Flores, campinas, matas, toda a natureza

O sol ofuscante nos verões com centelhas

O frio brilho da lua, e o ardor das estrelas...

 

E pelo simples prazer, necessito amar...

Amar o amor que me faz viver, respirar.

O que cantam os poetas à lua, seresteiros da dor

Quiçá seresteiros reais do amor.

 

Meu amor, no entanto corre em uma direção

Ele vai certeiro, guiado por meu coração...

Busca ver-me dentro de teu brilhante olhar...

Sem nada existir que nos possa ofuscar!

 

 E, se ao amor, direção há de se dar

Que seja ao caminho que se aporte em mim.

Que seja o amor, meu real prisioneiro...

Fazendo-me amar um amor por inteiro.

 




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