Não havia luar e as estrelas, penso, aproveitaram para dormir.

Não havia um pensamento único, nem um verso, nem uma rima.

A estrada sem direção certa, o tempo sem porvir...

Um suspiro transbordando o peito, um canto... que a voz não afina.

 

Não havia caminhar de nuvens e, sequer, nenhum  clarão riscou o céu.

Insolúvel vontade, ausência de sentidos.

Caminhos se bifurcando a cada olhar na estrada, mesmo que ao léu.

Um suspiro no peito, um canto? Apenas gemidos.

 

 E esta canção de vozes soluçantes

compassos errantes.

Este brado desatado formando correntes de fios

Que a um a um se sobrepôs

A este estado íntimo que se formou

Não sei a que nome chamar este devoluto coração.

Que em ritmos de dores compôs

Esta Canção!

 

 

 

 




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