Não, não é chegada
a hora, eu sei que não.

Eu não irei
embora, não agora!

Não te farei
ficar aqui, em solidão…

E, apenas sentir
que a saudade deixará gravadas

No meu, as batidas
do teu coração.

Tu foste a ousadia
do sonho que sonhei

Vício abstrato,
ferida crônica, doce dor…

A imagem que
cegamente tateei…

E ainda o
primeiro e o derradeiro amor.

Como posso
pensar em ir-me embora?

Ainda não vimos o
céu se abrir

nem as estrelas
caírem sobre nós.

Não nos perdemos
em meio às tempestades

Nem ouvimos o
soluçar da minha e da tua voz

Por isso e por
tudo que há de mais sincero.

Se da vida, ainda
que tarde descobri,

Que tu foste o
amor a que chamei de eterno…

Viva por ele,
mesmo que em vida tu sintas que parti.

 

 

 

Publicada no Pspcyber poesias sob o registro nº 46c6fb93 02/12/2011

 

 

 




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