Fitei intensamente a lua,
Era o teu rosto
Na noite do desespero.
De ti tive abundância
Em tempo difícil, de penúria.
Pude viver em graça
No abrigo que me davas.

Ah, lembranças dessa querida estima!
Doce era estar sob as tuas asas.
Errava, sei, no verde prado,
Perto da fonte de água fresca!

 

 

 

 

São Paulo, 10.IV.2014

00h08

 




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