Meu lânguido olhar, então tateia

com a luz do poente entardecer,

buscando encontrar entre as faces que semeia

aquela que ilumina o meu viver.

 

Em que passo de valsa então percebo,

O lado esmaecido desta imensidão...

Que desatina, sufoca e incendeia

As atrozes batidas do meu coração.

 

Longe é que o olhar me alcança

enquanto em preâmbulo, de norte a sul,

Minha alma cheia de estrelas e, como criança...

 

Sorri

 

quando percebe...

 

O infinito... todo azul.

 

 




Clique Aqui e Envie
Para Seus Amigos

   


 


 


No ar desde 30/07/2008



Deixe um recadinho no meu livro de visitas


| Home | Menu | Fale Comigo | Voltar |


Página melhor visualizada  em Internet Explorer 4.0 ou Superior: 800 X 600
Copyright© Arte & Poesia - 2008 - Todos os Direitos Reservados