Adhemar J. M. Franco

 

 

 

 

Hoje, 20 de março de 2014, é o sétimo aniversário de tua partida. A saudade permanece inalterada e sinto tua falta como se ontem me tivesses deixado.

Muitas lembranças me vêm à mente. Uma delas é aqueles jogos de víspora em que participavam mamãe, você como “cantador” oficial das pedras e eu, com 8 anos de idade, sempre meio atrapalhado ao colocar os grãos de milho sobre os números dos meus cartões. E você, pacientemente me esperava...

Como eu te admirava... pois para quase todos os números, você tinha um apelido: 1 (começou o jogo), 2 (um patinho na lagoa), 7 (uma machadinha), 22 (dois patinhos na lagoa), 24 (bate nos peitos – essa eu ria muito, sem entender o significado), 33 (idade de Cristo), 69 (pra cima e pra baixo), 81 (o Gordo e o Magro), 90 (acabou o jogo) e outros que não mais me lembro. O que me deixou surpreso e emocionado, foi aquele dia em que você entregou-me a sacola com as pedras e pediu-me para ser o “cantador”! Encantado, estufei o peito e orgulhosamente lembrei-me dos apelidos das pedras. Foi uma das grandes emoções, até hoje guardadas em minha lembrança.

Pai, hoje estou com 80 anos e quero dizer ao mundo o quanto te amo e quanta falta me fazes. Dê um beijo na mamãe que deve estar aí ao teu lado. Aguarde-me, futuramente estarei com vocês!

 

 

 

 




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