Mãe, que saudade é esta que o meu peito corrói
posto que sempre será uma fogueira em chama.
Que, quanto mais sopro, faz doer, e dói,
Abatendo-me, quase inerte , sobre minha cama.

Lembro-me, de nossos passeios, eu colhia flores
Para um sorriso, em tua face, ver nascer,
E os dias se enfeitavam de amores
Todos levados ao céu, para agradecer.

Quis Deus, porém, agraciar-me os dias
Fez-me mãe, o mais sublime dos presentes.
E ambas, frutificando nossas sementes,
Aos anjos entregamos nossas preces de alegrias.

Hoje meu coração cheio de saudade
sabe que vive tal qual fosse uma ilha
Chorando as dores desta infelicidade
De não ter mãe e... Não ter mais filha!
 

03/05/2012
 
 
 
 
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