Bela manhã de olhos claros,
Que a madrugada veste
Reluz-se toda, no orvalho,
da cor de azul-celeste.

 

Dia que rompe, assanhado,
nuvens, o infinito aninha.
O sol num ardor tresloucado
Abrasa e a cumulus, definha.

 

Irrompe a chuva, qual centelha,
que abrasa e definha borralhos
Chora e derrete, como cera,
Esta manhã... de olhos claros.

 

 

          

 

 




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