Minha essência eu a conheço e, às vezes, a refugio.

Embora haja o momento em que a alma se angustia.

Não lamento, enfrento a dor e o desvario

E permito que o silêncio se transmute a cada dia.

Vivendo o  efeito da angústia em cada fase

Sentimentos que em ondas quebram-me ao peito

Um sem fim de lágrimas explode, é a cartase

Que neste momento impele-me, ao leito.

Que não seja sempre, pois viver preciso

Catando cada gota dos orvalhados olhos

para desenhar em mim... mais um sorriso.

Fazendo-me viver presentes maravilhosos

Que não seja sempre, pois há euforia

Postergando a lapidada depressão

Que apenas se recolhe, se renuncia,

E a monotonia, finalmente, deixa em paz

meu coração.




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