Minh’alma está sempre querendo

Debulhar entre os meus dedos

Caligrafar os meus medos... segredos

Meu tormento... sentimento...

E não há tempo!

 

Qual um rosário de contas

Gotejar minhas lembranças

Com o sangue ainda quente,

De quem pariu uma dor

Quem sabe o aborto do amor

Quantos ais... quantos lamentos

Mas não há tempo!

 

Minh’alma que está doente

Sem paz, sem luz, tão ausente.

Implora e chora acuada

Mais nada...

Mais nada...

Morre minha alma, afinal.

 

Eu pressinto

No derradeiro momento

Em que eu queria viver

 Só para dizer:

Não consegui te esquecer...,

Como lamento

Mas não há tempo!





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