Aqueles sons que em choro estremeciam,
rasgando os céus em brava convulsão;
as notas e os acordes já sabiam,
que eram tocados com suave emoção.

 

Partituras, por certo ficariam
esquecidas e soltas pelo chão;
aqueles mestres, nunca mais seriam,
dedilhados em ais com coração.

 

Chegou ao fim! Repousa num lugar
à espera de quem sempre dedicou,
os belos sentimentos que no entanto,

 

nunca mais o Noturno vai tocar,
pelas mãos de quem tanto o dedilhou
e abandonado, jaz em algum canto.

 

 

Ruth Gentil Sivieri

 




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