O sol que se esvai, destino ao cais,
A lua que pontua a noite linda,
uma dor pequenina com os sais
do amor, a cor da flor que nunca finda.

 

O sol com esta lua no espaço
do tempo bem escasso, minguante,
e a dor com o amor no espelho baço,
a pedir ao Criador que nos encante.

 

Um tempo sem tempo, ou simplesmente
a fase em que se é o bom sustento
ou mosto da canção e o seu início.

 

Resta sempre um gosto muito lento,
lutar contra a maré ou contra o vento,
e amar tendo a fé como princípio.

 

 

 

 

 

2005

 




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