Não, não haverão de ser apenas estórias... as minhas memórias.

 

Pensativas lembranças hão de roçar as tuas saudades,

arrebatadas pelo silente caminho das lágrimas,

 e refletidas, em qualquer estação.

 

E te darás conta do quanto foi inglória esta tua trajetória de andares só.

 

Como um carrossel minha imagem circulará, sem que precises espelho...

 

E cuidarás de procurar-me, como ondas que, calmamente, 

 se arrebatam, mas não arrebanham a solidão.

 

O frio, silente e inocente percorrerá tuas veias e te agitarás no leito,

 sonhando um abraço terno.

 

Estarei presente em toda tua vida, desde o olhar matreiro ao sorriso brejeiro...

 

Desde o carinho fraterno que acordou, tantas vezes,

 meu instinto materno em proteger-te, em feliz querer-te.

 

Teu olhar alcançará a plenitude da saudade e, embaçado pelo peso do tempo galgarás um caminho de volta,

apenas uma tentativa...em busca de mim.

 

E, como eco, ouvirás o estalar de minha voz no mais recôndito silêncio!

 

E verás, ainda, meu sorriso desenhando um adeus, meigo e final.

 

Triste e fatal!

 

Como cicatriz perceberás, em ritmo de saudade,

que permaneci na tua estória, como o derradeiro amor,

a pétala ressequida de uma flor...

 

Sentirás um lânguido perfume na página que virou.

 

E... Quanto mais carinhosa for esta angústia

de lembrar esta paixão ( até quando...) provisória?

 

Mais, ainda, haverei de tornar eternos...

 

 Estes doces momentos da nossa estória!

 

 

 

 

 

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No ar desde 30/07/2008

 


 


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