Quando o cansaço chegar, num dia verde,
E o vento, à minha porta, meus cabelos açoitar.

 

Meu olhar não descansar ao vislumbrar
nossos canteiros, e as flores,

por mais que tente, eu não as vir desabrochar.


Quando eu fitar o céu, contando estrelas,
E não vê-las, tantas imagens desenhar.
 

E a lua outrora nova, mais que cheia
Não mais que de repente se minguar!


Quando da estrada, não me importar o infinito,
A poeira embaçar-me a visão
Quando eu sentir um amargor, qual mito,
A comprimir meu malogrado coração!


Hei de partir, e galgar todos os cancros
Hei de voar, olhos cerrados para a estrada atrás
Vislumbrar o pó de estrelas, o choro das nuvens e
a rebelde tempestade


Nervos sem aço.
Invólucros de um cansaço tardio, deste dia frio,
Que está por vir
Hei de partir
Rumo ao caminho dos sonhos e
Para onde os sonhos me levam!
 

 

 



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