Sim, eu sei, eu sinto que voltarás... um dia
Não importa se há neve nos caminhos
A alvorada apenas enluta o ontem de orgia
Postando-nos frente a frente, mesmo sozinhos.

Da minha mente, nunca foste ausente
Nem nunca ausente, sequer, da minha vida
A manhã me acorda, ainda, como presentes
Teu beijo e teu olhar de despedida.

Ao bater da porta, ouço os passos que levaste,
Levaste-te a caminhos do não sei
Ainda ouço-os de volta, não entraste
Apenas jogaste a chave que te dei.

Nos murmúrios de minhas falas sós
No repicar de lágrimas sobre as folhas
Tremem-me as mãos... Na garganta são os nós
Que degluto a cada pensamento sobre nós.

Quem sabe aos últimos raios daquela lua
Que ainda o meu quarto alumia
Passos te tragam trôpegos da rua
Antes que eu acorde e,
Por certo, um dia...
 

 

 

 




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