Se for verdade, quando a noite cai,
E em amor repousam os viventes,
E dos céus descem feixes de paz
Sobre as lápides dormentes,
Chamar-te à minha sombra quero.

Vem, luz bem amada, tal
Como eras sempre ao meu redor.
Teus sábios ensinamentos ecoam
Dentro de mim, ó bendito clarão!
Vem, ó sol amado, tanto dá
Que sejas um leve toque, um sopro.

Luz e sombra foste sempre,
Arte de combinar sons e pausas
Eternamente serás, como eras.
Não te chamo em prece, oh não,
Quem por força se ausentou,
Para sufocá-lo de amor.
É por saudade que te chamo,
Para contar-te como ainda te amo
E te pertenço: vem cá, vem!

 

 

 

São Paulo, 10.IV.2014
11h49m


Celtic Woman - A New Journey - The Prayer

 

 




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