ARTE & POESIA CIDA VALADARES - Promessas ...

 

 

 

 
Eu te prometo, amor, quando me quiseres
A ti, querer... enquanto a mim vieres
E me trouxeres flores, no olhar...

Prometo cuidar deste amor nascente
Como se fora tênue semente
Quase morta no solo, a debruçar.

E regarei, nem que seja com meu pranto,
Por todos os lados, de canto a canto...
Cantando uma cantiga de ninar.

Prometo defender-te, amor, das tempestades
Que, de repente, assolam atrevidas
Nossas janelas e as nossas vidas,
Fazendo uivar o vento e apedrejar
De granizos, os nossos laços,
Em nosso lar.

E, quando, se este amor
ainda botão nascer,
Farei redoma com minha própria mão
e cuidarei
Até...desabrochar a flor.

Trarei teu cheiro para minha pele
Trarei mais cuidarei, flor a flor,
Para, quem sabe, um dia
Enfeitar o nosso ninho de amor.

E então, quem sabe à luz das velas
Tu poderás chegar, devagarinho,
Ciente de que aqui, em mim,
Encontrarás carinho.

Mas... se não vieres, amor
Que pena!
Tua cadeira há de ficar vazia
E os meus olhos encontrarão
nas noites frias
A doce melodia do coração
Que sofre.

Prometo-te então, amor, revelar-te
Após a morte
Que em vida,
Por mais que eu tenha sido forte
Tu não vieste
Não te encontrei...

Mesmo assim, eu te prometo amor
Jamais amar alguém como eu te amei
Que em não encontrar-te, amor
Por me perder de mim, eu acabei.

E este meu sozinho amor
Apaixonado e puro
Consegue ir além de todas as promessas

Eu te asseguro,
Que te prometo, amor
E ainda Juro!

 






Clique Aqui e Envie
Para Seus Amigos



No ar desde 30/07/2008


 


| Home | Menu | Fale Comigo | Voltar |


Página melhor visualizada  em Internet Explorer 4.0 ou Superior: 800 X 600
Copyright© Arte & Poesia - 2008 - Todos os Direitos Reservados