Quando a aura se enrubesce, o semblante se entristece

e nem morfina arrefece a dor.

Quando a saudade não encontra limite,

e a simples paisagem é o palpite...

 

O espelho não transparece a imagem que

aparece e não diz nada de ti.

A música é o som do eco, das notas

que se perderam, ou, mesmo até morreram...

 

Quando o caminho se fecha e o vento levanta

a poeira, açoita teu corpo cansado...

Açoita meu corpo tombado que chora

por meus anseios.

 

Olho meio que assombrada,

a figura que se encosta ao lado e que me diz a a que veio.

Vim tirar-te a paz, a alegria e o amor.

Confirmar-te os sentimentos

que impregnaram teu seio

 

Vim dizer-te que é verdade

Todo este teu

RECEIO!

SIM... IRÁS MORRER DE AMOR!

 

 

 




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