No meu cavalo branco, em riste a lança fina
Deslumbro-me com o fogo a queimar o artifício...
Seguro-o pelas rédeas, que ele espanta e empina
Diante das labaredas na hora do solstício!

 

Há certames de bandas de música sacra,
Cavalgadas e disfarces em festivo dia,
Há pegas de touros e a virgem duma Barca,
Poderes despertos na orelha do mar-baía.

 

No meu elmo de bronze, há penas de pavão,
E as esporas estão prontas à ordem pontual
Para tornear Dragut, pirata mourão,
Saquedor feroz da grei numa incúria casual.

 

Em Cullera acolhi o meu cavalo alvo
No Castelo onde Cristo eterno está a salvo.

 

 

 

 

Cullera, Jun. 2003

 




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