Não hospedaria saudades, o meu coração

Nem afagaria aquele botão de rosa morto e seco

Não sentiria o brotar de dores ouvindo a canção

Nem andaria por caminhos sós e ainda à esmo.

 

Sob a luz da lua debruçadas na soleira das janelas

Tornávamos os pesadelos mais e mais encantados

Transeuntes em passeios, talvez voltando das capelas

Sorrissem e caminhassem sentindo-se sempre mais amados.

 

Chorosos meus olhos dobram as nuvens lá do céu

Lágrimas caminham nesta face tão sem encanto e senil

Inquiro estrelas, lua, sóis e a verdade, sobre véu

É lembrança, saudade, fascínio vil, frio e cruel. 

 

Quando te foste amputaste-me o coração

Nunca mais! Foi a certeza que sofri.

Vivo a lembrança e a verdade de que feliz seria

Somente se... Ainda estivesses por aqui.

 

 

Renata, 21 anos de saudades...

Até quando?

 

Mamãe

31/01/2014

 

 

 




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