Arranque-me, Deus meu,
Destas grades, destes cravos,
desta vida maquiada.
Solte-me as amarras que,
a soluços sufocantes, me prendem,
agonizando-me o peito de melancolia.
Tire-me, Deus meu, deste labirinto.
Desgasto-me à procura de saídas que, quase sempre,
têm as chaves, dentro de mim.

Ah! Como dói
Como dói este labirinto.
Dê-me luz! Senhor Jesus.
Desça-me
Desta cruz!

 

 

10/05/2013

 

 




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