Quisera que...

Sonho realizasse

tempo nada levasse

solidão não sufocasse

E esta angústia parasse.

Quisera que...

Sulcos não se formassem...

Varrendo a terra

Em furacões

Empalidecendo as cores

Empoeirando as lembranças

de mortos amores...

 

Quisera que...

O vento não bailasse

as folhas não coreografassem

O féretro do outono

E a chuva a gotejar!

 

Quisera que...

Saudade não doesse tanto

E eu... cá do meu canto,

Ao abrir a porta

Não chorasse tanto

Por aquela

Tarde...

Languidamente... Morta!

 

Narração de Marcos Sérgio T. Lopes

 




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