A saudade dedilha minhas lembranças, docemente.
E as olha com olhar de... Como vai?
E as lembranças cerrando os olhos, lentamente,
Suspiram e, juntas, respondem somente:... ai.

 

Ah, saudade que me envolve a alma e alucina

Porque não perdoas meus poucos pecados

Teimas em caminhar comigo lado a lado

E de tantas dores, impávida, não tens pena!


Meu peito se infla de amarguras.
Em recônditos lugares, escondidas,
Talvez, camufladas pelo sentimento.
Que surge e acorda... uma ternura antiga!

 

Quantas lembranças viajam lentamente

Como trens que passam lentos em minha mente

Camufladas, embalam as lágrimas silentes

Que meu coração invadem tão frequentes...

 

E escancaro a dor da ausência que mitiga
Cobrindo a esperança que nem se sabe mais se tem
Este meu coração que sofre e que precisa
Só mais um pouco... um pouco mais
De uma... Ternura antiga!

 

Para trás deixei tempos de ternas venturas...

Hoje meu pobre meu coração sofre ao relento

Com ele se afastou a esperança. Ah! Desventura!

E tu te apropriaste deste coração sedento.

Perdoa-me! Mas prefiro o amor, a ti...Saudade!

 

 




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No ar desde 30/07/2008



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