Dois mil anos atrás, da história assisto
o flagelo de um santo. Estreita esteira
de sangue segue-lhe os passos, quão previsto
para a cruz alcançar. Crucial madeira!
 

O seu rosto, de amor e dor um misto,
traz do Calvário a causa carniceira.
À cruz, no chão, recostam Jesus Cristo,
cravam-lhe os pés e as mãos. Paixão primeira!
 

Hasteiam a cruz. Horrenda e horrível Haste!
Jesus tem sede. Aviltam-lhe vinagre.
A lancear-lhe o peito, um triste traste!
 

A Mãe augusta amarga o pranto agre.
O grito: “Ó Pai, por que me abandonaste?”
Morre Jesus. Depois, nasce o Milagre!
 

 

JPessoa/PB
17.04.2014
oklima
 

 

Sou somente um escriba

que ouve a voz do vento

 e versa versos a Jesus...

 

 




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